Eco de Aragem

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Agosto

O tempo do descanso, dos livros, da revista preferida, das flores e plantas. Esses nomes desconhecidos guardados em cada verde que compro. O dever cumprido. O dever cumprido tantas vezes. O som da vida lá fora. Qualquer coisa que escrevo quando o céu fica cinzento. A música que escolho todos os dias. Um olhar para a serra. O mar que espreito. O relógio amarelo porque gosto. A preguiça no sofá. O azul do céu e as andorinhas.

Outras frases com sabores. As memórias que guardo e as decorações modernas. O verão em agosto, suave e discreto, numa foto. Guardo-o no silêncio das estrelas. Respiro tudo o que o céu me oferece neste tempo preferido.

Matia Monteiro – 15 de agosto de 2026